segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Marcinha, meu amor...

...Eu te amo!
E falando assim tão simplesmente parece o mesmo e quase sempre o que todos dizem. Mas, se a frase é a mesma dita tantas e tantas vezes, hoje vou enfeitá-la com teu sorriso para que sendo frase, seja também flor, de branca pureza que liga a tua vida à minha.
Se a flor é branca a frase já virou jardim!
Agora são tantas as flores de querer-bem a vida inteira.
Efeito de ternura e vida que me faz feliz.
Eu seria capaz de inventar uma frase de amor inédita. Eu seria capaz! Mas até que desses conta de seu valor... ah, isso demandaria tempo, e o tempo é hoje, e o tempo é agora: 
dia 21 de setembro, o dia-flor-marcinha.
Dia de tanta ternura que fico escalando a Via Láctea para definir-te tanto encanto enquanto penso nas estrelas e recolho todos esses brilhos como conchas na areia da praia para enfeitar teu caminho que também é meu. Muita luz para iluminar-te hoje e sempre.   
Muita alegria no teu coração, Marcinha, porque se és feliz, também sou eu contigo! Por isso frase bendita de amar-te para sempre. Bem-querer é pura canção que trago escondida nos meus braços de te ninar... para sempre!
FELIZ ANIVERSÁRIO!
     DEUS TE ABENÇOE!
          Luzia Almeida

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Tiago, és sol!...

... Morno
que se põe.
Tu és mais que isso:
és a ideia perfeita de um conto.
A luz que reflete na página da minha vida
deste livro primeiro chamado Trapiche.
Ah, tu não sabias?
Tu não sabias que na configuração da fantasia
estarias na minha sala para falar-me
de Rosa Helena:
"Olha, professora!... O menino era terrivelmente apaixonado por uma menina que nem ligava pra ele..."
Que coisa linda!
Eu posso viver mil anos sem esquecer esse dia
tão feliz.
Um dia mágico com as cores do sol de Rosa Helena.
Mas, olha...
Que dia é hoje?
Pra mim, que sou tua fã, hoje é dia de festa!
Dia de pensar com saudade no meu aluno querido.
O aluno Tiago que me encantou com sua inteligência...
Eu era feliz e não sabia dessa saudade!... Nem suspeitava!
Que dias aqueles! Na na sala de aula... com a Alline, a Ana Gabriela, a Bárbara, o Davi, o Emannuel, a Gabriela, o Hudson, o Hugo, o Itamar, a Izabela, o Josué, a Juliane, a Kamila, a Karine, a Karoline, a Laiza, o Lucas, a Luiza, o Marcos, a Mellina, a Nilce, o Pedro, a Rafaela, o Mohamad, a Sarah... contigo e com o Wagner, todos INESQUECÍVEIS!!!
Pra sempre!
Se eu continuar com essa conversa... vou chorar!... porque te amo tanto que fico meio besta...
Vou chorar porque os dias foram tão breves que nem percebi que era o terceiro ano mais feliz da minha vida!
Não, vou parar com isso!
Hoje é dia de festa!
É o teu aniversário e só tenho que falar em flores, em chocolate, em bolo, em presente... tudo de bom e colorido com perfume da Natura. Tenho que aspirar às melhores colocações pra ti. Na tua vida muitos degraus a subir... Muitos e pra sempre nas alturas do sol.
             Meu querido,
                            FELIZ ANIVERSÁRIO!...

Luzia da Silva Almeida
Ananindeua, 4 de setembro de 2015

 
 

domingo, 23 de agosto de 2015

Dia de Victória

Dia de flores!...
Dia de música e tudo que tem um quê de harmonia,
de graça e de beleza.
Fantasia que tudo cria a partir do sorriso
que mais parece uma valsa
neste compasso: vida da gente. 
Vida de vinte e uma flores.
Dia de amores.
Arte feito ternura,
jardim e cor. 

Dia de comer chocolate, de esquecer a dieta e se chover...
tomar banho de chuva. Se não chover... melhor!

Dia de conversar, de não dormir depois do almoço para não perder tempo, para não perder a música...
para ter a festa completa.

Dia inteiro
DA VICTÓRIA SALZER.

                           FELIZ ANIVERSÁRIO!...
Grande abraço, minha princesa.

Luzia Almeida

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Um abraço para Haidy

Eu pensei em começar este texto falando em ouro para dizer a estrela que a Haidy é, seria mais ou menos assim:
Todo o ouro do mundo não vale um sorriso da minha amiga porque todo o ouro do mundo não pode produzir uma estrela sequer e minha amiga Haidy é constelação. 
Ficou bonito, eu sei...
Mas falar em ouro, em estrela ou em constelação ainda não é suficiente. O texto que eu quero escrever hoje tem que partir do ouro, dobrar na estrela, seguir reto em direção ao oceano para finalmente aportar na arte.
Vou tentar:
Hoje à noite quando estarei voltando ao Brasil deixarei uma palavra de agradecimento à minha amiga Haidy. Será demasiado emotivo, será um "muito obrigada" carregado de solidão porque eu sei que passarei algum tempo sem vê-la de novo: dias, semanas, meses, quem sabe até anos?!... Então, necessariamente a palavra de agradecimento será acompanhada de um abraço. Mesmo assim o tempo não desfaz o espaço porque o sol voltará a nascer como se nada tivesse acontecido e à noite, a lua e as estrelas estarão cumprindo seus papéis de luzeiros no mundo e eu não posso levar o Suriname pra casa. 
E o abraço? De que adianta tanto ouro e tanta estrela se um abraço de amizade é tão breve?!...
Quando eu digo um abraço para Haidy eu quero dizer que é muito difícil pra mim não levá-la comigo para o Brasil.
Então o abraço é um tipo de compensação para quem se separa, mas eu acho que não é uma compensação muito eficiente e além disso, acho que alguma coisa está faltando: eu falei em ouro, falei em estrela, em constelação, mas não falei em oceano porque não é só brilho que a Haidy irradia... O caráter dela é de uma profundidade que lembra muitas águas todas juntas formando um mundo de vida e cor.
E, tem mais, ela é tão inteligente que eu me sinto como uma criança perto dela aprendendo os primeiros passos.
Então, posso até chorar, mas eu sei que um abraço é tudo que tenho até o momento do novo sorriso.

Luzia da Silva Almeida
Paramaribo, 30 de julho de 2015

terça-feira, 21 de julho de 2015

Na Casa dos Malones

Na casa dos Malones os dias são sempre estrelados. Eu poderia dizer noites estreladas, mas há tanta luz que a palavra noite ficaria solta neste texto. Não quero confundi-los com tempo, não é de tempo que estou falando: é de casa. Casa Estrelada. Então vamos definir esta casa:
Uma casa é mais do que precisamos quando as pessoas são teto e abrigo num sentido que parte da semântica para ancorar no coração. Estão vendo? Não é fácil definir a Casa dos Malones!...
Vou tentar de novo:
Hoje pela manhã quando acordei ouvindo os passos da Haidy, eu fiquei tão alegre de saber que estava aqui que esta alegria não sendo inédita - posto que já estive aqui outras vezes - permanece única e sem par. Melhorou? Uma alegria agrupada que chega a nos convencer que nada existe de ruim lá fora. Que me faz cantar (mesmo sendo desafinada), que me faz pular (mesmo sendo cinquentona) que me faz sorrir (mesmo tendo que corrigir um capítulo da dissertação), todos os mesmos acabam sendo motivos dessa mesma alegria que me acomete e que me faz tão feliz. Uma felicidade benéfica com anúncios de tantas conversas, de tantos sorrisos e de fatos que se darão e que eu ainda não sei o conteúdo, mas a alegria da casa já me segreda nos ouvidos uma canção. Entenderam? 
Já estiveram numa casa assim? Que mesmo não sendo sua foi feita pra você porque tudo está de acordo e sugere uma beleza legítima, comum e rara como os quadros de Van Gogh? Eu vivo esse privilégio.
Bom, pra concluir:
Ontem à noite eu estava sentada no pátio e de repente eu vi um passarinho no telhado: entre uma pernamanca e o teto. Ele era tão vivo que pensei que fosse real. Mas depois percebi que ele não se mexia e eu esperando, esperando, esperando que ele se mexesse, ... e nada. Daí eu cheguei a conclusão que ele era empalhado. Eu disse pra Marcinha: Ah, ele tá empalhado!... Ela olhou pra ele e concordou comigo. O bichinho parado. O olhinho bem pretinho. Daí mais uns tempinhos, o olhinho bem pretinho fechou e eu pensei: "bicho empalhado não fecha o olho", mas como sou míope, levantei-me e fui vê-lo mais de perto. O olhinho estava aberto, mas ele continuava tão paradinho e suas penas eram tão verdadeiras como as penas de um pássaro empalhado que eu finalmente me convenci que o bicho estava realmente empalhado. Fiquei olhando pra ele na sua inércia e, se o coraçãozinho dele batia, as penas do peito não denunciavam. Voltei à minha cadeira com a certeza de que era uma decoração já que também havia plantas e rosas por perto. Quando sentei novamente o pássaro voou! Isso foi ontem à noite, eu tinha acabado chegar à Casa dos Malones!...
Passar por uma experiência onde os sentidos vão e vêm numa condução colorida de jardim é pra ser feliz que a felicidade também usa os sentidos.
O passarinho voou e o Malone trouxe suco pra mim e pra minha filha e ficou sentado no pátio conversando com a gente como se o todo mundo respirasse essa gentileza, essa generosidade que são propriedades dele e que deveriam ser do mundo todo.

Luzia da Silva Almeida
Paramaribo, 21 de julho de 2015

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Trapiche na VISÃO!...

Quando pupliquei meu primeiro livro em 2011 descobri o que era amor:
Tu és sol morno
Que se põe
Eu sou trapiche
Parado
Sofrendo calado
Embriagado de beleza
Que contigo levas.
Anoiteço
Junto com a noite
Quieto e parado
Pensamentos soltos
De saudade
Varado.
Amanhece
E com a memória
De tua presença
Que se aproxima...
Enlouqueço.
                 (Trapiche, pags. 15 e 16)
Foi uma descoberta de amor!...
Um sonho feito tantas páginas e que me ensina a lutar por tantos outros sonhos.
Lutar é verbo Luzia. É verbo vermelho com flores no pátio. Esse livro é tão importante pra mim que seria capaz de fazer outro para dizer o quanto de sua relevância ou, em outras palavras: "Meu amorzinho, você existe!"
É sério!
Você já publicou um livro?
Então!...
Meu livro não é semente, é tronco de mangueira que faz lembrar o doce das Letras. Eu me agarro com unhas dentes e ninguém pode desfazer esta magia: livro publicado!...
NINGUÉM!
Meu livro, meu encanto, está no stand da VISÃO sob a gerência do WILSON OLIVEIRA na mais importante feira do livro do Pará: a XIX Feira Pan-Amazônica do Livro. Ele e seu irmão mais novo: OS INESQUECÍVEIS estão na prateleira dos contos. Não estão desprotegidos, mas aguardam vocês para mais uma viagem ao mundo da Fantasia.
Bom, é isso! A Feira segue até o dia 7 de junho e meus livros aguardam vocês!
 Beijo!...
                Luzia Almeida

domingo, 19 de abril de 2015

Meus Queridos!

Meus queridos amigos e amigas do face:
MUITO OBRIGADA!
É bom demais fazer aniversário sabendo que tem gente que também ama a vida. Que pensa de modo positivo desejando saúde, paz, amor, prosperidade... eu já tenho vocês na minha vida. Que mais posso desejar depois de tanto carinho, um carinho especial de tantos amigos inesquecíveis.
Meus amigos do Regina, do Mestrado, da Igreja, meus parentes: Marcinha, minha princesa, muito obrigada, meu amor. Humy, obrigada por tanta dedicação!...
Obrigada a todos os amigos e amigas que conheci no decorrer da minha vida, meus sinceros agradecimentos por palavras tão amigas. Assim a gente até esquece que está envelhecendo (risos).
Grande abraço! MUITO OBRIGADA!
Que Deus possa me abençoar para que eu abençoe a vida de vocês. Que além de Luzia, Deus possa ir bem adiante fazendo-me luz para muita gente... e calor! Que minha vida não seja um desperdício, uma fraude, mas que de muitas maneiras eu possa acrescentar à vida do meu próximo um pouco da bondade de Deus para que minha existência tenha sentido além da minha casa. 
Meus queridos alunos e ex-alunos: muito obrigada pelo carinho. Meu Lírio, muito obrigada!
"Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite.
Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido."
Salmo 1. 2,3
Já ganhei muitos presentes e palavras do céu como a do irmão Abel:
"Irmãos, não abram mão do temor do Senhor!"
Muito obrigada, irmão Abel!
E da Tathy recebi palavras tão carinhosas!
Obrigada, Senhor... é muita bondade. É pura misericórdia pra quem não pode existir sem a Tua Luz.
***
Luzia Almeida
Domingo, 19 de abril de 2015